O CAÇADOR
DE PEDRAS PRECIOSAS

O encontro entre desbravadores natos e uma terra rica em gemas únicas. Uma história que continua pulsante, exuberante e preciosa, e que ganhou força com traços únicos de design.

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História

O JOVEM JULES SAUER, QUE DEIXOU PARA TRÁS A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL PARA RECOMEÇAR A VIDA EM TERRAS TROPICAIS.

"Pedras preciosas: uma colheita que jamais se repete".
Jules Sauer

Foi em 1939 que o francês Jules Roger Sauer, aos 18 anos, decidiu reinventar sua história no Brasil. Aportou em Minas Gerais e se apaixonou pelo mundo colorido e enigmático das pedras preciosas. Era o início de uma jornada que o transformou no Caçador de Pedras Raras: um ícone, que vislumbrou o potencial da região e dedicou-se integralmente ao mundo dos garimpos de gemas de cor. Em 1941, a Lapidação Amsterdam Limitada foi fundada e mudou o cenário da alta joalheria brasileira.

Das minas ao glamour da alta joalheria, Jules contribuiu com a descoberta de verdadeiros tesouros nacionais
Das minas ao glamour da alta joalheria, Jules contribuiu com a descoberta de verdadeiros tesouros nacionais

TESOUROS DESCOBERTOS

Entre os feitos mais conhecidos do Caçador Jules está a compra, em meados da década de 1950, da água-marinha mais famosa do país. Ele a batizou de Martha Rocha, inspirado nos olhos azuis da Miss Brasil mais badalada de todos os tempos. A pedra pesava 36,5 quilos e suas gemas lapidadas importantes joias que correram o mundo.

Já em 1963, Jules interrompeu suas férias em família na Bahia para ver de perto as pedras verdes que garimpeiros haviam encontrado na região de Salininha, a leste do Rio São Francisco. Não eram simples berilos verdes como haviam pensado, e sim, verdadeiras esmeraldas, alvo dos colonizadores portugueses desde os 1500s. Jules recorreu ao Gemological Institute of America, a mais prestigiosa instituição de gemologia do mundo, e conseguiu a certificação das primeiras esmeraldas produzidas no país. Ao longo dos próximos anos a Amsterdam Sauer tornou-se a mais respeitada expert em esmeraldas brasileiras e colombianas na América do Sul.

A marca é responsável ainda pela divulgação internacional de gemas valiosas e raras no país: o topázio imperial, encontrado apenas no Brasil; a opala do Piauí; e a fascinante turmalina paraíba, com seu azul neon incomparável.

ANOS DOURADOS

Em 1956, o Rio de Janeiro agitava-se num ritmo de elegância e sofisticação. Estrelas hollywoodianas aterrissavam por aqui para conhecer suas maravilhas. Vinham ouvir bossa nova e se inspirar pelas magníficas paisagens cariocas. No epicentro dessa vibração, imperava o Copacabana Palace.

É nesse clima que, naquele ano, no térreo do Edifício Chopin, foi inaugurada a primeira loja Amsterdam Sauer. Pela primeira vez, uma joalheria brasileira repetiria o modelo de décor e atendimento dos ícones da Place Vendôme, em Paris. E o endereço não poderia ser mais adequado: a Avenida Atlântica, de frente para o mar, que só rivalizava em glamour com a antiga Avenida Central, onde seria, aliás, aberta a segunda loja.

A primeira joalheria Amsterdam Sauer foi inaugurada ao lado do lendário Hotel Copacabana Palace, de frente para o mar. E está lá até hoje.


Em 1966, a Amsterdam Sauer conquistou seu primeiro prêmio Diamond International Awards, a consagração máxima da joalheria internacional, por conta do anel Constellation, criado pelo designer Marcel Küng. E ele não foi o único: em 1992, o bracelete Luna, joia em ouro branco e amarelo com diamantes criada por Iany Inoue, também foi premiado, assim como o colar Fireworks, criação da designer Bialice Duarte, em 2000.